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Volume 2 – Número 5

Revisão de literatura sobre o brincar de crianças com paralisia cerebral nas três últimas décadas
O brincar de crianças com paralisia cerebral (PC) tem sido tema de diversas pesquisas. Nesta revisão de literatura são abordadas essas investigações ao longo de três décadas. São discutidas importantes implicações para novas pesquisas neste campo de conhecimento.
Daniel Marinho Cezar Cruz, Luzia Iara Pfeifer
Arquivos Brasileiros de Paralisia Cerebral 2006; 2(5):4-13.
Deficiências: Diferenças não são defeitos
A partir de um breve conto, o autor desenvolve este artigo de atualização notadamente direcionado a educadores e demais facilitadores que atuam com a educação inclusiva, resgatando temas esclarecedores sobre as deficiências em geral e sobre deficiências específicas. É material bastante adequado também para as pessoas com deficiências, especialmente as mais jovens. A cada bloco temático, o autor sugere atividades que podem ser realizadas pelos alunos de salas de aula inclusivas, com a autoridade de quem também já foi um aluno com necessidades especiais..
Emílio Figueira
Arquivos Brasileiros de Paralisia Cerebral 2006; 2(5):14-25.
Análise da mobilidade pélvica do cavaleiro provocada pela andadura ao passo do cavalo, em terrenos variados
Com o intuito de observar objetivamente eventuais diferenças na mobilidade pélvica do praticante de equoterapia montado em cavalo ao passo em diferentes solos (areia, grama e cimento), foram estudados 10 jovens (19 a 24 anos) do sexo masculino sem qualquer deficiência e previamente avaliados em relação à postura pélvica. Esses jovens foram filmados em plano frontal quando montados em cavalo ao passo nos três diferentes solos. Com o uso de programas de computador foi mensurado o movimento pélvico de acordo com pontos marcados na espinha ilíaca póstero-superior (EIPS) e obtida a angulação da inclinação pélvica em cada piso. Os resultados evidenciaram que cada indivíduo tem uma resposta que independe do terreno sobre o qual o cavalo anda, e que, portanto, não há diferenças na mobilidade pélvica quando comparados diferentes solos.
Mairele Nicolodi Ioris, Luciano Bernardes Macedo
Arquivos Brasileiros de Paralisia Cerebral 2006; 2(5):26-30.
Avaliação do efeito das órteses de pé-tornozelo (OPT) na amplitude de movimento do tornozelo em seis crianças com paralisia cerebral e pé eqüino submetidas à aplicação de toxina botulínica tipo A
Fisioterapia, uso de órteses e aplicação de toxina botulínica tipo A (TBA) são alternativas terapêuticas distintas para a reabilitação do pé eqüino da criança portadora de paralisia cerebral. No entanto, o efeito benéfico da associação de todas estas técnicas parece permitir um ganho muito maior no trabalho de reabilitação. Avaliamos os prontuários de seis crianças portadoras de paralisia cerebral e pé eqüino que foram submetidas ao bloqueio neuroquímico de músculos da perna com TBA. Os melhores resultados no ganho de amplitude de movimentos do tornozelo foram obtidos nas crianças que fizeram uso prolongado da órtese e participavam de sessões regulares de fisioterapia.
Nicola Jorge Carneiro Neto, Eduardo Ramos Haidar, Fabrício Rapello Araújo, Mauro Gomes Araujo, Yára Dadalti Fragoso
Arquivos Brasileiros de Paralisia Cerebral 2006; 2(5):31-4.
Qualidade de vida em mães de crianças com paralisia cerebral
O objetivo do estudo é comparar os possíveis impactos psicológicos em mães de crianças com paralisia cerebral (PC) e distrofia muscular progressiva tipo Duchenne (DMD). A amostra foi constituída de dois grupos de mães: de PC (n=267) e  de DMD (n=15). Os instrumentos utilizados foram: Inventário Beck para Depressão (IBD); Questionário de Saúde Geral (QSG); Questionário de Estresse para Pais de Crianças com Transtornos do Desenvolvimento (QE-PTD). As mães de crianças com DMD apresentam sintomas relacionados com estresse e depressão mais graves quando comparadas com mães de PC. O prognóstico fatal associado a DMD pode ser um dos fatores explicativos para as diferenças encontradas. A especificidade de cada transtorno do desenvolvimento deve ser considerada no planejamento da assistência psicossocial.
Patrícia Martins de Freitas, Pedro Pinheiro C. Munhós de Sá Moreira, Lívia Lucas de Rezende, Vitor Geraldi Haase
Arquivos Brasileiros de Paralisia Cerebral 2006; 2(5):35-9.
Adaptação ao meio líquido para crianças com encefalopatia crônica infantil não progressiva:
Importância e aplicação
Este trabalho tem como objetivo investigar a importância do método Halliwick para adaptação ao meio líquido de crianças com Encefalopatia Crônica infantil não progressiva, com grande comprometimento motor. Foram observadas e avaliadas cinco crianças com tetraparesia espástica moderada e ataxia, sem marcha e sem alterações cognitivas. As crianças assim como os instrutores e os lideres voluntários são do Clube dos Paraplégicos de São Paulo. As avaliações seguiram a indicação do método relativa à primeira fase de ajustamento mental da criança na água. O método mostrou-se instrumento fundamental para adaptação ao meio líquido, facilitando a independência desses pacientes que são muito limitados fora da água, mas que na água se mostraram mais livres, mais seguros e mais alegres.
Douglas Martins Braga, Rita Helena Duarte Dias Labronici, Enzo Labronici, Márcia Cristina Bauer Cunha
Arquivos Brasileiros de Paralisia Cerebral 2006; 2(5):40-7.
A terapia ocupacional como precursora da independência funcional: Relato de caso
Este artigo aborda a atuação da Terapia Ocupacional na Paralisia Cerebral. Com este relato de experiência clínica com uma criança tetraplégica busca-se demonstrar a importância da avaliação sistematizada como valiosa ferramenta para se alcançarem potenciais máximos de independência funcional no processo terapêutico ocupacional. Além disso, apresenta a prática terapêutica ocupacional e afirma a importância dessa intervenção na busca da autonomia, funcionalidade e cidadania dos indivíduos e seus familiares envolvidos no processo de saúde-doença..
Geórgia Martins Freitas, Sabrina Luiza Ribeiro
Arquivos Brasileiros de Paralisia Cerebral 2006; 2(5):48-53.
Aqui você encontra resumos de artigos científicos publicados na revista “Arquivos Brasileiros de Paralisia Cerebral”. Para obter o artigo desejado na íntegra em PDF acesse o site www.memnon.com.br.

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